segunda-feira, 2 de julho de 2012

Empreendedorismo "com a energia dos vendedores de automóveis em segunda mão"

Em 2006 quando voltei para a função pública, depois de um longo período afastada a deambular por algumas multinacionais, achava o empreendedorismo algo fantástico. Eu tinha na minha sacola tantos saberes que, naquela altura, teriam feito tão bem ao grupo de trabalho onde me inseria. Modéstia à parte, tenho a certeza que teria sido uma grande mais valia. Ao fim de pouco tempo, achei, não só, que nunca o iria fazer como, ninguém estaria interessado em nada. Com o tempo fui ouvindo disparates e mais disparates acerca de empreendedorismo que ficava de cabelos em pé. Sempre me incomodou definições atabalhoadas e que fossem promotoras de lotes de ignorância. Sempre me incomodou ideias oportunistas no tempo e cheias de nada. Sempre me enervou o achómetro português alavancado em meia dúzia de idiotices desconexas. De repente, uma série de iluminados em marketing, gestão e empreendedorismo surgem das trevas agarrados a canudos e cheios de disparates em forma de "achos" e de "é assim" que me arrumaram no silêncio e no absoluto desinteresse por idiotices. É a razão porque este texto que aqui deixo o link é a meu gosto Boa semana que a minha vai ser de muito trabalhinho.

Empreendedorismo de cabeleireiro




5 comentários:

Maria de Jesus Lourinho disse...

Eu cá também "acho" que "é assim".
:)))

cs disse...

:)

André disse...

O único empreendedorismo a que se tem assistido em Portugal é o empreendedorismo de uns idiotas que nunca empreenderam nada além de andar a vender lugares-comuns sobre empreendedorismo... enfim, ridículo.

cs disse...

André
assino por baixo :)

mfc disse...

Não é de todo o empreendedorismo que vai resolver os problemas do país... e continuam a destruir o único tipo de emprego que em tempos de crise é capaz de minorar algo: o emprego público.

Estes tipos têm uma cartilha ideológica que vão prosseguir até às últimas consequências se ninguém os parar... nem que seja a tiro!