sábado, 16 de junho de 2012

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Esqueci o teu cheiro,  o sorriso não o vi igual, a tua pele os teus olhos não são as minhas memórias, da tua pele na minha já nem memórias tenho, do riso que me fascinava nada vi, das tuas mãos não me lembro...nem a hipótese de teres dados fortes abraços...
Olhei o ecrã de TV e pensei...
Serenamente estou longe...onde me arrumaste!


15 comentários:

mfc disse...

Estás curada!!
Beijinhos!

(A foto é admirável...)

cs disse...

mfc
n é minha, roubada por ai :)

fj disse...

:) que bem se escreve e se sente por aqui.

Bípede Falante disse...

quando não resta álbum no cérebro é porque o fim se concretizou.
beijoss

L.S. disse...

estar longe... outro sentir, outra estética. Bom. Ab.

Angela disse...

As mágicas do tempo!

cs disse...

fj
adorava que tivesse razão. Adorava saber escrever :)

cs disse...

Bípede
não existem fins...existem outros momentos. Anseia-se a plenitude de alguma serenidade.
Vida

cs disse...

L.S.

Continuar...apenas, prosseguir
Ab?

cs disse...

Angela
O tempo, quase uma hierofania, no entanto tal quase manifestação do sagrado que desperta em nós uma das mais intensas emoções, ao mesmo tempo que motiva das maiores inquietações cientificas.

cs disse...

Angela
O tempo, quase uma hierofania, no entanto tal quase manifestação do sagrado que desperta em nós uma das mais intensas emoções, ao mesmo tempo que motiva das maiores inquietações cientificas.

Maria de Jesus Lourinho disse...

Esta intimidade nunca seria capaz de a expor, mas admiro quem o faz. Às vezes, até a sinto como minha...

cs disse...

Maria de Jesus Lourinho
n a encare desse modo, antes como um exercício de escrita e de jogos de palavras construindo noções do limite da memória
é assim que deverá ser lido, de outra forma será uma interpretação de cada um como reparará nos comentários :)
volte

Maria de Jesus Lourinho disse...

cs, lamento mas não acredito nos exercícios de escrita (pela escrita) e de jogos de palavras. Toda a escrita se apoia em alguma experiência e está sujeita, obviamente, à interpretação do leitor.
"Construir noções do limite da memória" é algo que me é estranho pois só entendo a escrita que é feita com músculo, nervo e vísceras.
Por ter tudo isso, gostei tanto do seu pequeno texto.
Eu vou voltando, sim.
Abraço blogueiro.

cs disse...

Divergimos de todo. A escrita são jogos de linguagem. De todo...;) volte sim

os limites da memória são mesmo a minha praia, todo o seu processo de mediação como nos vai acumulando, é essa a minha questão :)
é e será, estou crente não lhe arranjar resposta, com pena minha que não tenho nem inteligência nem saberes para tal

até