sábado, 3 de março de 2012

A Invenção de Hugo



Não tenho palavras para descrever o que vi. Talvez o filme que mais gostei de todos.


O cinema. A imagem. O sonho. A engenharia  e a mecânica. Lumière, Freud, Roentgen. Movimento. Étienne-Jules Marey. 


Olhares novos. Tornar visível o invisível. Freud. Lumière. Roentgen. 1895. Roentgen e os corpos transparentes. O sonho tornado visível. Adoro a invisibilidade do visível. O meu tema


Finais do séc. XIX inicio do séc. XX. E eu no meio de uma tese sobre tanto daquilo que  Scorsese oferece de forma magistral. 


Este é um filme de onde se podem fazer milhares de teses de cinema, de sonhos, de mecânica, de imagem ( como é fantástico o estúdio de cinema transparente numa alusão à transparência dos corpos e esqueletos- minha leitura, claramente).


Não percam esta pérola:)

4 comentários:

Bípede Falante disse...

Tentarei ver amanhã.
Ontem, vi O Artista. E também fiquei sem palavras. E não é porque o filme é mudo :)
beijoss

cs disse...

Bípede

estamos perante um marco do cinema, na minha modesta opinião (espero sempre que entendidos em cinema não leiam as minhas heresias cinéfilas)

Um filme espantoso.

mfc disse...

Mas é claro que não perderei!
Beijinhos.

Anónimo disse...

:-)