Avançar para o conteúdo principal

Roubado por aí!




Canção gravada a primeira vez em 1931. Popularizada por Mamas and &  Papas em 1968. hoje viajava pelo FB e encontro esta delicia. Bom som...



"...you keep pouring into one glass and you're never changing the straw."
"And now to sing this lovely ballad, here is...Mama Cass."

Stars shining bright above you;
Night breezes seem to whisper 'I love you?
Birds singing in the sycamore tree.
Dream a little dream of me.

Say nighty-night and kiss me;
Just hold me tight and tell me you'll miss me.
While I'm alone, blue as can be,
Dream a little dream of me.

Stars fading but I linger on, dear---
Still craving your kiss.
I'm longing to linger till dawn, dear,
Just saying this...

Sweet dreams till sunbeams find you---
Sweet dreams that leave all worries behind you.
But in your dreams, whatever they be,
Dream a little dream of me.

Stars fading but I linger on, dear---
Still craving your kiss.
I'm longing to linger till dawn, dear,
Just saying this...

Sweet dreams till sunbeams find you---
Sweet dreams that leave all worries far behind you.
But in your dreams, whatever they be,
Dream a little dream of me.

Comentários

Maria J Lourinho disse…
Nāo é a voz limpa da Mama Cass mas nāo é, de todo, pior. Gostei muito.
Anónimo disse…
Adoro! e as imagens do video são fabulosas ;)
Beijinhos
Ysaura

Mensagens populares deste blogue

Lispector, C., parte 1

A paixão segundo G.H. (1965) – – – – – – – – estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não a saber como viver, vivi uma outra? A isso quereria chamar desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero me confirmar no que vivi — na confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que não tenho capacidade para outro. Se eu me confirmar e me considerar verdadeira, estarei perdida porque não saberei onde engastar meu novo modo de ser — se eu for adiante nas minhas visões fragmentárias, o mundo inteiro terá que se transformar para eu caber nele. Perdi alguma coisa que me era essencial, e que ...

"Cartas grandes porque não tenho tempo de escrever pequenas"

Eu nunca sei, neste ou naquele caso, o que sentiria.  Às vezes nem mesmo sei o que sinto. ( …) O meu estado de espírito actual é de uma depressão profunda e calma.  Estou há dias, ao nível do Livro do Desassossego. E alguma coisa dessa obra tenho escrito.  Ainda hoje escrevi quase um capítulo todo. Pessoa, F., 1914,   Cartas de Fernando Pessoa a  Armando CôrtesRodrigues (Introdução de Joel Serrão) Lisboa:Conflu~encia, 1944  . 3ª Ed. Lisboa:Livros Horizonte, 1985-36