A paixão segundo G.H. (1965) – – – – – – – – estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não a saber como viver, vivi uma outra? A isso quereria chamar desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero me confirmar no que vivi — na confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que não tenho capacidade para outro. Se eu me confirmar e me considerar verdadeira, estarei perdida porque não saberei onde engastar meu novo modo de ser — se eu for adiante nas minhas visões fragmentárias, o mundo inteiro terá que se transformar para eu caber nele. Perdi alguma coisa que me era essencial, e que ...
Comentários
Avisa quando e se voltares.
Um grande beijinho.
Até breve.
Tens de me aturar lolll
(será que se pode saber o tema?)
parabéns só em Setembro, que é data da defesa. :)
pode, mando por mail. Aqui só em Setembro :)
Abraço.
(defendi a minha dissertação há exactamente um mês e dois dias!)
Entrega agora, defesa só em Setembro:)
Tema, mando por email :)
E, por favor, trate-me por Carlos -- Carlos Azevedo duplica a minha idade! ;-)
Abraço!
O esforço feito também dá um prazer que ALGUNS nunca conhecerão. Parabéns e um dia bem inspirado para a defesa.
Sim, fechar "caixas pretas" e abrir outras tantas é fascinante. Absolutamente.
Esse alguns era para o amigo RELVAS?
eheheh
obrigada pelo apoio
combinado :)