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A Escola da Fontinha e o estado de exceção


Foto e ideia do texto retirada daqui

Existem imagens que têm uma tal violência simbólica que não nos admiremos de as reações se tornem símbolos.


Desta fotografia o que se interpreta é o vandalismo do que é o poder; a carga policial possível pelo poder; o poder é de quem tem armas; a exposição em forma de lixo daquilo que é esforço e afeto de uns tantos com total ausência de poder.


uma pirâmide de livros em frente a todas as câmaras deste País seria sem dúvida uma forma simbólica de sedimentar consciências no que é o estado de exceção.



Comentários

mfc disse…
Mais um vómito do senhor Rio...

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Freddy Cole

O final de 2017

às vezes apetece voltar. Sim, voltar e escrever  Escrever é um processo que funciona de  diferentes maneiras  Pode ser um grito
um sufoco
mas é sempre egoísta

é egoísta usar as palavras para interpretar usar as palavras para purgação usar as palavras
para direcionarmos a atenção para nós

escrever é morrer devagar
lentamente. É despedida e é tristeza