sábado, 21 de abril de 2012

A Escola da Fontinha e o estado de exceção


Foto e ideia do texto retirada daqui

Existem imagens que têm uma tal violência simbólica que não nos admiremos de as reações se tornem símbolos.


Desta fotografia o que se interpreta é o vandalismo do que é o poder; a carga policial possível pelo poder; o poder é de quem tem armas; a exposição em forma de lixo daquilo que é esforço e afeto de uns tantos com total ausência de poder.


uma pirâmide de livros em frente a todas as câmaras deste País seria sem dúvida uma forma simbólica de sedimentar consciências no que é o estado de exceção.



1 comentário:

mfc disse...

Mais um vómito do senhor Rio...