terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O Artista de Michael Hazanavicius

A genialidade deste filme reside na contra corrente que o sustenta. Num mundo de imagens que sugerem 3D a cada esquina e efeitos digitais por computadores super potentes um filme a preto e branco e mudo faz as nossas delicias. 



Um Rudolfo Valentino cheio de tiques ilustra primorosamente como se pode comunicar com caretas (macaquices).
Um filme francês sobre Hollywood onde o cinema é mostrado como uma arte exuberante de emoção e alegria.


Uma banda sonora que gostei de Ludovic Bource (vi-me aflitinha para descobrir no fim este nome)




5 comentários:

Marta disse...

...subscrevo tudinho, até a procura, no fim :))) incrível!

mfc disse...

Não o vou perder por nadinha!!!

cs disse...

Marta

para mim tudo a ver com o meu imaginário de filmes americanos, eu que não sou técnica de cinema nem expertise na matéria soube-me muito bem e a justiça está feita. Quando a tecnica avança deixa sempre vencidos pelo caminho e deixa sempre alguns ensinamentos para as gerações vindouras.

:)

cs disse...

mfc
já li cobras e lagartas..que n seria este, que seria outro e que isto e que aquilo....a verdade é que para mim foi uma homenagem ao cinema mudo, aos artistas do mudo. De como a evolução técnica pode aniquilar almas mesmo fortes. E ador Happy end´s

depois diga qq coisa mfc

cs disse...

marta

confundi-a com outra Marta, a do Há Vida em Marta.

Seja bem vinda Marta
http://cronicasmarta.blogspot.com/
pena o blogues estar inativo:)