terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Isaac e William em finais de 2011



Gosto de Newton. Gosto de Blake. Gostode Newton por Blake.
Blake,leio-o desta forma: a nudez corporal como a forma de alcançar o absoluto. A nudez aparecia como uma companhia vital para a alma. A nudez corporal despia-nos a alma e serenava-nos os limites (infinitos).

Blake,vasculhei eu, poucos modelos vivos usou. Mas, quando deles fez uso o ritual era importante. Só depois de uns dias nus, uns dias de habituação ao estado despido dos seus corpos Blake os pintava. Livres de roupas que os acorrentavam libertavam a alma e ofereciam a Blake leituras que narrou na tela em interpretações que gosto.

Estecorpo de Newton, a figura do compasso, o ângulo das pernas - com um enfoquemuscular que nos transporta para, outra vez, a nudez absoluta/pura - a posição quase triangular dos pés,permitindo-nos uma infinidade de possibilidades geométricas que relevo noquadro(influenciada que estou pelas inscrições/representações cientificas de Bruno Latour).

Excelentecomo este quadro nos surge na alquimia de dois triângulos, um inferior esquerdo e, outro, superior direito.
Num vislumbre, de detalhes , de absoluta e totalitária nudez do corpo.





A minha alma geometricamente desconstruída (...).

Sem comentários: