
Alicerçado no paradigma da super especialização; no super desempenho; humanos a agirem melhor e mais rápido que o próprio pensamento; não reflectem mas fazem a coisa certa no momento certo e de forma adequada; pessoas que acreditam que para agir terão de agir como uma máquina ; este nosso domínio de habilidades físicas, intelectuais e criativas para sermos mestres nesta sociedade e encontrar sentido nesta construção social onde habitamos; como nos construímos num conjunto de regras numa perseguição de proficiência quase a correr atrás de um ser humano único em sintonia com o divino.
É, mais ou menos, esta a ideia que levo quando for ver o filme J
E ainda com Lyotard, Bruno Latour, Woolgar, Lynch , Luc Pauweels, Pasveers etc, companheiros de viagem.
Roubei aqui que me enviou para aqui
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