terça-feira, 6 de setembro de 2011


a forma como nos sentimos apagados da

vida de pessoas, com quem partilhámos muito,
é de uma crueldade assustadora!
e dói estupidamente!

13 comentários:

Bípede Falante disse...

É verdade.
beijos

Maria Fonseca disse...

O tempo e a idade potenciaram a aprendizagem de sentir falta apenas de quem está. Os outros nem a saudade merecem.

cs disse...

Maria
A idade ensinou-me o contrário. Todos fazem falta, mesmo aqueles que nos põem para trás das costas

bjo

mfc disse...

Como te entendo!

Benedita disse...

Infelizmente conheço bem essa dor...

Graça Pires disse...

"Dói estupidamente", sim...
Beijos.

Carlos Azevedo disse...

cs, um abraço.

cs disse...

Benedita
a verdade é que nem sempre conhecemos é os nossos limites.

E a experiência diz-me que eles são elásticos. Nós aguentamos, claro que aguentamos, renascemos outras pessoas.

é importante é ao se perder a serenidade não nos transformemos em seres amargos.

:) bjo

cs disse...

Graça
dói, som. E atordoa
bjo

cs disse...

Carlos
outro

Anónimo disse...

quem com ferros mata, com ferros morre.

cs disse...

Anónimo

sinto alguma amargura e rancor é pena não se ter identificado..

É uma frase bíblica e parece-me imbuída de algo tão rancoroso e vingativo , claro que é a minha exegese

Originariamente a frase seria:

"A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros"

na verdade não estou assim tão ligada a Deus.

Felicidades para si e que a vida o deixe ser "pouco amargo"

Cumprimenta
cs

10

JL disse...

Uma verdade inquestionável. E a riqueza que poderia desenvolver-se se as relações pudessem evoluir e não quebrarem-se perde-se totalmente. E sim, por vezes dói.