Não acho piadinha nenhuma ao Passos Coelho ( nem muitos que nele votaram conseguem arranjar ponta por onde se pegue ao personagem) mas fartei de rir com esta crónica no Sushi Leblon, que aliás é uma fonte de inspiração .
A paixão segundo G.H. (1965) – – – – – – – – estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não a saber como viver, vivi uma outra? A isso quereria chamar desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero me confirmar no que vivi — na confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que não tenho capacidade para outro. Se eu me confirmar e me considerar verdadeira, estarei perdida porque não saberei onde engastar meu novo modo de ser — se eu for adiante nas minhas visões fragmentárias, o mundo inteiro terá que se transformar para eu caber nele. Perdi alguma coisa que me era essencial, e que ...
Comentários
Sem menosprezo para com os nuestros hermanos, claro?!
dei uma gargalhada. loll
nada tenho contra Massamá ou melhor, um 1º Ministro de Massamá. Mais vale de Massamá e honesto que de Cascais e trafulha!!
gosto muito da Mónica, mas este é o seu lado "tia". lamento
e pronto não gosta de "Tiiass". Regista-se. rsrsrsr
( eu gostei da mensagem, mesmo ou e neste registo "tia")
:)