Avançar para o conteúdo principal

Chico Buarque pixel a pixel

Chico de todas a maneiras, em todos os lugares. Com os amigos e a família. Em rascunhos originais e totais.

Chico que nos vai presentear com novo CD e que através do seu acervo digital nos permite invadir a sua vida.

É no site do Instituto António Carlos Jobim (www.jobim.org). Uma obra lançada na rede em 1044 imagens, 7.916 letras e partituras e 26.152 textos, desde cadernos, documentos reportagens etc.

600 arquivos de gravações em audio e video com toda a discografia de Chico. Mais que o seu site oficial.


Chico para quem gosta. Eu gosto muito. Aqui "todinho" para mim e para si ( www.jobim.org ).

Comentários

Bípede Falante disse…
Sou louca por ele. Já o vi caminhando no Leblon. Dizem que ele caminha lá todos os dias. Em julho, vou passar uns tantos lá na casa do meu irmão e me colocar de plantão :)
beijos
cs disse…
Um personagem brilhante Bípede. Adoro.
mfc disse…
Ele continua a maravilhar-nos.
Bípede Falante disse…
CS, nunca vi um show dele. Tive ingressos na mão, mas adoeci bem na época :( Oh, vida!
beijo
cs disse…
Eu já. Eu já lolll

Mensagens populares deste blogue

Lispector, C., parte 1

A paixão segundo G.H. (1965) – – – – – – – – estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não a saber como viver, vivi uma outra? A isso quereria chamar desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero me confirmar no que vivi — na confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que não tenho capacidade para outro. Se eu me confirmar e me considerar verdadeira, estarei perdida porque não saberei onde engastar meu novo modo de ser — se eu for adiante nas minhas visões fragmentárias, o mundo inteiro terá que se transformar para eu caber nele. Perdi alguma coisa que me era essencial, e que ...

"Cartas grandes porque não tenho tempo de escrever pequenas"

Eu nunca sei, neste ou naquele caso, o que sentiria.  Às vezes nem mesmo sei o que sinto. ( …) O meu estado de espírito actual é de uma depressão profunda e calma.  Estou há dias, ao nível do Livro do Desassossego. E alguma coisa dessa obra tenho escrito.  Ainda hoje escrevi quase um capítulo todo. Pessoa, F., 1914,   Cartas de Fernando Pessoa a  Armando CôrtesRodrigues (Introdução de Joel Serrão) Lisboa:Conflu~encia, 1944  . 3ª Ed. Lisboa:Livros Horizonte, 1985-36