Avançar para o conteúdo principal

Sonhos I


Hoje sonhei que os "Deolinda" , os tais da geração parva, abrilhantavam comícios e festas de futuras campanhas eleitorais. Disputados com elevadas quantias por todos os partidos, e ......

well well , nunca me lembro do fim dos sonhos


Comentários

mfc disse…
E olha que não sonhaste nada mal!
Aquilo é um hino revolucionário...
cs disse…
pois....não consigo ver em nenhum partido politico o que quer que seja de revolucionário. Mas tenho muitos momentos de uma miopia assustadora. :))
Graça Pires disse…
Lá que vão fazer sucesso, vão...
Beijos.
Anónimo disse…
tres interessant, merci
cs disse…
Graça
e para eles isso é importante. Parece-me.
:)
Bartolomeu disse…
Os temas dos Deolinda reflectem as preocupações de uma geração estendidas à geração anterior e antecipando a vindoura.
Provávelmente virão a ser um marco no panorama sócio-político do país.
Artisticamente... bom, a moça tem voz e as cordas estão afinadas, se tiverem o cuidado de manter o reportório actualizado, é bem possível que consigam manter o sucesso.
cs disse…
Bartolomeu

sim, a moça é engraçada a cantar.

Mensagens populares deste blogue

Lispector, C., parte 1

A paixão segundo G.H. (1965) – – – – – – – – estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não a saber como viver, vivi uma outra? A isso quereria chamar desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero me confirmar no que vivi — na confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que não tenho capacidade para outro. Se eu me confirmar e me considerar verdadeira, estarei perdida porque não saberei onde engastar meu novo modo de ser — se eu for adiante nas minhas visões fragmentárias, o mundo inteiro terá que se transformar para eu caber nele. Perdi alguma coisa que me era essencial, e que ...

"Cartas grandes porque não tenho tempo de escrever pequenas"

Eu nunca sei, neste ou naquele caso, o que sentiria.  Às vezes nem mesmo sei o que sinto. ( …) O meu estado de espírito actual é de uma depressão profunda e calma.  Estou há dias, ao nível do Livro do Desassossego. E alguma coisa dessa obra tenho escrito.  Ainda hoje escrevi quase um capítulo todo. Pessoa, F., 1914,   Cartas de Fernando Pessoa a  Armando CôrtesRodrigues (Introdução de Joel Serrão) Lisboa:Conflu~encia, 1944  . 3ª Ed. Lisboa:Livros Horizonte, 1985-36