A paixão segundo G.H. (1965) – – – – – – – – estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não a saber como viver, vivi uma outra? A isso quereria chamar desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero me confirmar no que vivi — na confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que não tenho capacidade para outro. Se eu me confirmar e me considerar verdadeira, estarei perdida porque não saberei onde engastar meu novo modo de ser — se eu for adiante nas minhas visões fragmentárias, o mundo inteiro terá que se transformar para eu caber nele. Perdi alguma coisa que me era essencial, e que ...
Comentários
:-)
PS: li noutro dia que a campeã de maratona da 3ª idade (ou algo neste género) começou a correr aos 50 anos e nunca mais parou. Agora com 70 e tal ganha as taças todas por este mundo fora. Por isso, nunca é tarde para começar...
Caraças eu vou fazer metade e nem perto e pior, deixei de fumar. rsrsrs
Vá passando anónimo
veja esta que trabalhou até os 102 anos. Ao procurar o link para te falar sobre ela, acabo de saber que faleceu. Mas como soube viver!
http://www.thesun.co.uk/sol/homepage/news/2523420/Connie-Brown-The-Codmother.html
incrível né? por aqui se vê que a biomedicina nos vende tanto gato por lebre...rsrsrs
aos 50 começo que, agora, correr...só para apanhar o comboio :)
sem dúvida que aquele primeiro comentário é excelente. :))
eu a entrar nos 50 e tão longe destas habilidades!!!