
Trago, no meu porta-moedas, que arrumo aqui juntinho ao coração, notas em memórias. Poupadas, pois claro. Memórias que nenhum tribunal regateia. Que nenhum procurador assina através de um Oficial de Justiça, e manda colocar em Depósitos a Prazo. (Hoje sonhei com o riso frio/compreensivo/inexpressivo daquele oficial de Justiça. Hoje sonhei que ele se ria á gargalhada. E não ria sozinho).
Às memórias? Só eu sei como as usar. Só eu doseio o seu consumo. Reinvento-te em muitos tempos. Reinvento-te no teu último tempo.
Momentos existem, em que nada disto resulta. Sinto raiva.
Ele chora sossegadinho. Ele não quer que eu ouça. Ele sentiu mais uma desilusão.
Às memórias? Só eu sei como as usar. Só eu doseio o seu consumo. Reinvento-te em muitos tempos. Reinvento-te no teu último tempo.
Momentos existem, em que nada disto resulta. Sinto raiva.
Ele chora sossegadinho. Ele não quer que eu ouça. Ele sentiu mais uma desilusão.
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