A paixão segundo G.H. (1965) – – – – – – – – estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não a saber como viver, vivi uma outra? A isso quereria chamar desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero me confirmar no que vivi — na confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que não tenho capacidade para outro. Se eu me confirmar e me considerar verdadeira, estarei perdida porque não saberei onde engastar meu novo modo de ser — se eu for adiante nas minhas visões fragmentárias, o mundo inteiro terá que se transformar para eu caber nele. Perdi alguma coisa que me era essencial, e que ...
Comentários
tb gostei do formato da juke. fixe! ;)
btw, aqui entre nós e presumindo que o blog ainda não atingiu as 1500 visitas/dia, deixe-me confidenciar-lhe aqui uma coisita:
adoro o crazy! (pronto, já disse!)
é a ÚNICA interpretação que gosto do julio iglesas. sim, eu gosto do crazy do julito!!! :S
como diz uma amiga minha: não há quem não tenha uma fraqueza...
pronto, já desabafei.
bjs
fui (de fininho)
Para quem gosta do Roberto Carlos dou essa do julito de barato.
A box é soft sim e dá para cds inteiros e quem quiser pode fazer upload. Coisa que é fixolasss
bjocas