Avançar para o conteúdo principal

Na Almedina

Estudando a normalização dos corpos retive o olhar na normalização das culturas.

.

Malhas que os Impérios Tecem - Textos Anticoloniais, Contextos Pós-Coloniais
Manuela Ribeiro Sanches
Editora:
Edições 70
Colecção:
Lugar da História
Tema:
História
Ano:
2011
Tipo de capa:
Brochada
ISBN 9789724416519 | 382 págs.
Peso: 0.508 Kg

O passado insiste, qual recalcamento, em vir à tona. A memória da guerra colonial, os conflitos sobre uma descolonização apelidada de "exemplar" ou "desastrosa" revelam, no caso português, o modo como as feridas continuam abertas, sobretudo nas gerações que as presenciaram. As memórias dos "retornados" afloram timidamente, sempre em termos de um debate controverso que parece longe de encerrado.

Por outro lado, gerações mais jovens, não só nostálgicas de uma "África minha", mas também cada vez mais interessadas ou críticas em relação ao passado colonial, manifestam a sua curiosidade, curiosidade nunca meramente intelectual, atravessada como é por memórias e estórias herdadas de experiências por vezes opostas, mas portadoras, apesar de tudo, de um olhar necessariamente mais distanciado sobre esses acontecimentos.

Uma vez que o luto desse momento está longe de ser resolvido, urge revisitar os elementos "fundadores" do pós-colonial, representados pelos textos aqui reunidos: propostas diversas, por vezes contraditórias, mas todas elas militantemente anti-coloniais









Comentários

Mensagens populares deste blogue

O final de 2017

às vezes apetece voltar. Sim, voltar e escrever  Escrever é um processo que funciona de  diferentes maneiras  Pode ser um grito um sufoco mas é sempre egoísta é egoísta usar as palavras para interpretar usar as palavras para purgação usar as palavras para direcionarmos a atenção para nós escrever é morrer devagar lentamente. É despedida e é tristeza

Papelaria Pérola Branca - Coimbra

Gosto de Livros. Gosto muito de comprar livros. Gosto do cheiro dos livros. Gosto de andar na pesquisa de livros. Ali na Pérola Branca, R. Combatentes G.G. 35 3030-181 Coimbra não tem a última edição da Montanha Mágica, de 26 euros com Capa XPTO, mas tem a edição dos livros Brasil América por 20 euros(estejam à vontade, caso não saibam o que oferecer aqui à CS. :)))). Está tudo a monte? sim. Não há muito espaço? não. Tem lá de tudo? TEMMMMMMMMMM e melhor ainda, tem aquilo que os gigantes do mercado livreiro não arriscam. Eu curto a Pérola Branca em Coimbra. E gosto destas Edições em que o Nome do Livro é o mais importante. Vê-se bem e não me enganam. Desculpa lá Bertrand. E pronto lá me vou recolher nos estudos de Arte e Técnica, na guerra das duas culturas, do C.P.Snow e blá blá blá.

Africa : See You, See Me!

O projecto Africa.cont e a Câmara Municipal de Lisboa apresentam a exposição de fotografia «AFRICA: SEE YOU, SEE ME!», a partir de 1 de Outubro no Museu da Cidade , em Lisboa. O Africa.cont apresenta a exposição que retrata a história da fotografia africana. A mostra aborda a influência da auto-representação dos africanos e da diáspora nas formas contemporâneas de fotografar África. De acordo com o curador da exposição, Awam Amkpa, o nome da exposição «AFRICA: SEE YOU, SEE ME!» «foi retirado de um trabalho artístico de um ‘Mammy Wagon’ que vi numa estrada nigeriana há muitos anos atrás». «O camião pretendia que todos os que viajávamos nas perigosas estradas nigerianas tivéssemos consciência da presença uns dos outros, e brindássemos à audácia mútua de seguir em frente», acrescentou Awam Amkpa. A exposição, que vai abrir no dia 1 de Outubro (com entrada gratuita) e poderá ser visitada até 28 de Novembro, no Pavilhão Preto do Museu da Cidade, em Lisboa, está organizada em três partes ...