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Mensagens

Guilherme de Melo!

Gostava dele. Da sensibilidade, da honestidade, da vida de verdade.

Celestial

Quando tentei ser santo, Queria apenas ser um santo Sem compromisso De fazer milagres. Seria uma espécie de santo avulso, Desses que permanecem Desconhecidos no céu E que só vêem Deus De muito longe, Sem direitos a carro oficial Álvaro Alves de Faria

Um livro!

Tenho uma série de rascunhos; meios artigos; parcelas de artigos que não me cabem nas 7000 palavras dos artigos; restos de tese que dispensei. Um dia escrevo um livro e vejo-me livre disto tudo.

1984. Porque comecei a gostar de ficção?

Estive tentada a fazer um post com algumas das capas do livro  1984 , de Orwell. 1984 de George  Orwell, publicado em 1949 pela primeira vez, e O Admirável Mundo Novo , de A. Huxley, de 1932 são duas obras que se centram em tecnologias bastante diferentes mas que moldaram o mundo durante grande parte da segunda metade do século XX.  De Aldous Huxley outra altura falarei. 1984, é  um livro de ficção, e centra a sua análise no que hoje chamamos o mundo da informação. Defendia que o desenvolvimento destas tecnologias as tornariam responsáveis pelo sucesso de um vasto poder totalitário, sobrevivia num  telescreen, um ecrã plano do tamanho de uma parede, que podia, ao mesmo tempo, enviar e receber mensagens de cada casa para um Big Brother  que nos sobrevoava a todos. Esta informação era toda centrada num Ministério da Verdade e do Amor.  Permitiria centrar toda vida social, porque facultava ao governo a supressão da...

20 de Junho 2013. O dia de anos do meu Pai!

Memórias em fusão!

"Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na  esperança de ele se cansar."   Miguel Esteves Cardoso,   in   Último Volume

Coisas que encontro no FB

:)

O retorno. 2012

"A mãe insiste para que o pai se sirva da carne assada. A comida vai estragar-se, diz, este calor dá cabo de tudo, umas horas e a carne começa a esverdear, se a ponho na geleira fica seca como uma sola. A mãe fala como se hoje à noite não fossemos apanhar o avião para a metrópole, como se amanhã pudéssemos comer as sobras da carne assada dentro do pão, no intervalo grande do liceu. Deixa-me, mulher. Ao afastar a travessa o pai derruba a cesta do pão. A mãe endireita-a e ajeita as côdeas com o mesmo cuidado com que todas as manhãs ordena os comprimidos antes de os tomar. O pai não era assim antes de isto ter começado. Isto são os tiros que se ouvem no bairro acima do nosso. E as nossas quatro malas por fechar na sala." Dulce Maria Cardoso.  O retorno. 2012:7 Confesso que voei para o baú das minhas memórias e da minha vinda para a metrópole. Não tão penoso, felizmente não estive em nenhum hotel como este livro descreve, nem tive ou senti grandes dor...

BASTILLE. Recomenda-se muito!

O som desta 2ª feira do ano de 2013, do mês de junho. D.C. Boa semana!

Metamorfose Ambulante-Raul Seixas

Sonhos

Como quem procura conchas à  beira do mar, escolho as palavras para te dizer, quando o silêncio dos teus braços vestir o frio dos meus ombros. Luísa Dacosta

Imprint de memórias!

"Memória não é uma duplicação exata do original ... é um ato contínuo de criação. Imagens oníricas são o produto dessa criação. " Rosalind D. Cartwright

ExoHand – human-machine interaction

Nova interação entre humanos e máquinas.  Um novo exoesqueleto que pode ser usado como luva.  Permite a ativação dos dedos e o controlo exterior da força, que pode até ser ampliada em tempo real. Dizem os seus autores que o objetivo é aumentar a força e resistência da mão humana para alargar o âmbito de acção dos humanos.  Consigo ver alguma utilidade em certas patologias ou num estado avançado da idade, talvez até, usada em doentes com AVC como um manual de ortese ativa. A industria parece que também lhe vê qualidades. Mas o que me interessa é a ferramenta que suporta o lado humano de fora e reproduz os graus fisiológicos de liberdade ( mesmo resultante da geometria das articulações), repito, de fora para dentro.  http://www.festo.com/cms/en_corp/12713.htm

LOUIS ARMSTRONG With David Attenborough BBC One

I see trees of green, red roses too I see them bloom, for me and you And I think to myself What a wonderful world I see skies of blue, and clouds of white The bright blessed day, dark sacred night And I think to myself What a wonderful world The colors of the rainbow, so pretty in the sky Are also on the faces, of people going by I see friends shaking hands, sayin', "How do you do?" They're really sayin', "I love you" I hear babies cryin', I watch them grow They'll learn much more, than I'll ever know And I think to myself What a wonderful world Yes, I think to myself What a wonderful world Oh yeah!

Um Funcionário Cansado de António Ramos Rosa

Etnografia do Amor

To the wonder Em a Árvore da Vida as perguntas eram : "Qual o sentido do sofrimento?" "Qual o sentido da perda?". Naturalmente, a estas questões eram subjacentes outras, "porque permite isto Deus e qual o consolo que nos dá a fé". Malick, na minha opinião, busca uma origem antropológica na criação do Universo, o Big Bang, veiculada nos dinossauros.  Um conjunto inesquecível  de imagens mostrando o cinema no século XXI. Escavaca o olhar da nossa civilização cristã naquela luta da relação do Homem enquanto Pai e Filho, Mãe e Irmão. Uma luta malfadada. Por último, o fim da vida terrena e a reconciliação no céu.  Tenho ideia, nunca li a bíblia, mas de por lá encontrarmos, algures, a promessa que no céu é o lugar onde Deus nos enxugará todas as lágrimas. A Árvore da Vida  foi, na minha opinião, uma fabulosa viagem pela história da vida e dos seus mistérios, que culmina na busca pelo amor altruísta e o perdão. ...