Avançar para o conteúdo principal

Sites marados

Google ou Blogspot ou outra coisa qualquer completamente marada!

Então não é que os meus amigos que estão na barrinha aqui do lado passaram a ter sites completamente infectados.

Ate o meu próprio site se auto infectou.

Disparate completo de um qualquer algoritmo que fanou isto tudo.

Virus ou bactéria os senhores poderiam resolver esta coisa, sff?

Comentários

mfc disse…
Não ligues a isso...
Bípede Falante disse…
Estou recebendo mensagem de blog infectado quando tento entrar em um, mas no seu não aparece nenhum aviso.
beijos
cs disse…
pois, não ligo mesmo...fiz o post para alertar que muitos blogues estavam com este problema.

bjocas meninos
mfc disse…
Segeue estes passos:

http://www.webmaster.pt/remover-aviso-google-site-maligno-8419.html

Mensagens populares deste blogue

Lispector, C., parte 1

A paixão segundo G.H. (1965) – – – – – – – – estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não a saber como viver, vivi uma outra? A isso quereria chamar desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero me confirmar no que vivi — na confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que não tenho capacidade para outro. Se eu me confirmar e me considerar verdadeira, estarei perdida porque não saberei onde engastar meu novo modo de ser — se eu for adiante nas minhas visões fragmentárias, o mundo inteiro terá que se transformar para eu caber nele. Perdi alguma coisa que me era essencial, e que ...

"Cartas grandes porque não tenho tempo de escrever pequenas"

Eu nunca sei, neste ou naquele caso, o que sentiria.  Às vezes nem mesmo sei o que sinto. ( …) O meu estado de espírito actual é de uma depressão profunda e calma.  Estou há dias, ao nível do Livro do Desassossego. E alguma coisa dessa obra tenho escrito.  Ainda hoje escrevi quase um capítulo todo. Pessoa, F., 1914,   Cartas de Fernando Pessoa a  Armando CôrtesRodrigues (Introdução de Joel Serrão) Lisboa:Conflu~encia, 1944  . 3ª Ed. Lisboa:Livros Horizonte, 1985-36